País
Violência em contexto escolar aumentou 59% nos últimos seis anos
A Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) apoiou 1.249 vítimas de violência em contexto escolar entre 2020 e 2025, o que representa um aumento de 58,9 por cento ao longo destes seis anos.
Em comunicado, a APAV afirma que a maioria das vítimas apoiadas era do sexo feminino (64,7 por cento) e a faixa etária mais representativa, à data do primeiro contato, foi a dos 11 aos 14 anos.
Por sua vez, os agressores eram maioritariamente do sexo masculino (55,6 por cento). De acordo com o relatório, o maior número de vítimas apoiadas foi registado em 2022 (246).
“A relação entre vítima e pessoa agressora evidencia uma forte incidência entre pares, com destaque para colegas de escola ou de trabalho (39,4 por cento), seguindo-se outras tipologias relacionais e contextos associados à vida escolar”, lê-se no comunicado.
Relativamente à nacionalidade, 81,2 por cento das vítimas eram de nacionalidade portuguesa. No plano territorial, os distritos com maior número de casos registados foram Lisboa (289), Porto (170) e Faro (130), refletindo uma distribuição alargada do fenómeno.
Os dados da APAV indicam ainda que 50,1 por cento das vítimas formalizaram o processo junto das entidades judiciais e/ou judiciárias, enquanto 40,4 por cento não o fizeram.
A APAV disponibiliza apoio jurídico, psicológico e social, gratuito e confidencial, através da Linha de Apoio à Vítima 116.006 (gratuita, nos dias úteis, das 8h00 às 23h00) e da sua rede nacional de serviços de proximidade.
Por sua vez, os agressores eram maioritariamente do sexo masculino (55,6 por cento). De acordo com o relatório, o maior número de vítimas apoiadas foi registado em 2022 (246).
“A relação entre vítima e pessoa agressora evidencia uma forte incidência entre pares, com destaque para colegas de escola ou de trabalho (39,4 por cento), seguindo-se outras tipologias relacionais e contextos associados à vida escolar”, lê-se no comunicado.
Relativamente à nacionalidade, 81,2 por cento das vítimas eram de nacionalidade portuguesa. No plano territorial, os distritos com maior número de casos registados foram Lisboa (289), Porto (170) e Faro (130), refletindo uma distribuição alargada do fenómeno.
Os dados da APAV indicam ainda que 50,1 por cento das vítimas formalizaram o processo junto das entidades judiciais e/ou judiciárias, enquanto 40,4 por cento não o fizeram.
A APAV disponibiliza apoio jurídico, psicológico e social, gratuito e confidencial, através da Linha de Apoio à Vítima 116.006 (gratuita, nos dias úteis, das 8h00 às 23h00) e da sua rede nacional de serviços de proximidade.